quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O certo, o errado e o que eu não quero.

Já tive embates de todo tipo comigo mesma. Desde os primeiros, em que me confrontava com as fraquezas (meus medos e meus vícios) até os últimos que ainda se relacionam a fraquezas, mas ganham cada vez mais honestidade de mim para comigo. Tudo isso pra dizer que, a essa altura da vida, tenho visto claramente o que me parece certo e errado (pelo menos sob meu ponto de vista) e mesmo assim continuo tomando atitudes que me entristecem. Não suporto mais ficar buscando desculpas para cada ato falho, para cada pecado ("pecadinhos, que de tão pequenininhos não fazem mal a ninguém"), para cada incongruência...

Certo, ninguém é perfeito. Mas precisamos cometer sempre os mesmos erros?

Desde a última semana tenho me concentrado numa tentativa: apesar de ainda não saber o que de fato quero, vou procurar definir o que eu não quero. É claro que vou dar muito "murro-em-ponta-de-faca", acordar de manhã prometendo: "hoje-vai-ser-diferente" (e fazer tudo de novo), mas estou determinada a esse compromisso:  ser fiel aos meus princípios mais que aos meus instintos, me proteger e, com isso, procurar o máximo de conforto possível para o que chamam de alma e que eu prefiro tratar como consciência. Não existe certo, errado ou meio-termo... só existe respeito a si mesmo! Sempre!

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